E a leitura daquelas palavras esdrúxulas, a lembrança de tudo que sei e não gosto de pensar. Monstro verde.... e me pergunto como?
Bati a cabeça, queimou algum dos circuitos? Que passa?
Não confio em nada nem ninguém, a não ser em meus cachorros. Confio menos ainda em quem enxerga as maldades... penso que só há uma forma de enxergar esse tipo de baixeza humana... possuindo a 'qualidade'.
Por que repetimos os erros, e sem perceber, o que é ainda pior. O que é isso, uma cegueira ou burrice crônica? Francamente quero ficar numb. Amos as palavras belas, a poeisa... mas quero atitude. Fala mais que duas mil palavras. CAnsei de ficar ouvindo blah-blah de amor e afins.
Just give something I can believe
Get off my cloud
É quase uma conspiração maldita. Um vírus que atacou a tantos. Colocar todos os doentes em uma quarenta, superior à quarenta dias, deixar morrer todos, comendo-se uns aos outros, que seja.
Um erro, erro, erro. Arrancar isso, parar, dar a marcha ré, sair, ir embora. Retiro espiritual. Re-encontro com o eu superior e todo aquele blah-blah-blah. Legal... mas sinceramente, meio hippie.
Santo Dai-me. Vomitar tudo de ruim. E tudo isso, que embora seja doce, envenena o sangue e confunde a mente.
Mente sana, corpo são.... e vice-versa.
Ah, os vícios... As indulgências. O dionisíaco.
Maldita burrice. Vai lá e entrega o coração.
Tem mais é que sofrer mesmo.
Quantas vezes chorar antes de não mais errar?
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Em todos os momentos de fraqueza ou bebedeira, todos os ratos e baratas e rasteiros em geral, lamberam o rosto, arrancaram os olhos, beberam da saliva, mechas de cabelo, oh, Dalilah.
Cair no chão.
Do not bend. People will ride your back.
... o que não mata, fortalece....